Ok, não quero parecer repetitivo, mas isso é apenas genial.
Episódio do Flight of the Conchords, dirigido pelo Gondry, com a música onde as ex-namoradas do cara vem cantando os problemas que ele tinha.
Já nesse eles falam que os rappers também tem sentimentos!
segunda-feira, novembro 16, 2009
Carol Brown
quarta-feira, novembro 11, 2009
Flight of the Conchords 2!
Ando bastante desatualizado com as séries de TV.
Flight of the Conchords, Dexter, Californication e por aí vai. Não vi quase nada das últimas temporadas. Ontem comecei a ver a segunda, e infelizmente última, temporada de Flight of the Conchords, uma das melhores comédias dos últimos tempos.
Indie + musical + humor. Apenas sensacional.
Aqui dois vídeos da segunda temporada:
Ladies in the World: uma homenagem a todas mulheres do mundo, com pura lascívia da dupla musical mais sem noção da TV americana.
Sugar Lumps!
sexta-feira, setembro 18, 2009
Os Buchas
Ótima essa websérie da "Oi" chamada Os Buchas.
Melhor cantada podre do primeiro episódio:
- Você gosta de sucrilhos? Porque você despertou o Tigrão em mim.
Primeiro episódio tem até trilha do Copacabana Club.
quinta-feira, julho 02, 2009
Hung, minha nova série favorita

Ando comentando pouco sobre séries, simplesmente pelo fato de que não tenho visto nada novo.
Mas já arrumei uma nova predileta: Hung. Uma dramédia que domingo passado estreiou na HBO americana. Ao assistir você não sabe se deve rir ou se comover com o personagem.
A série, que parecia ser muito mais polêmica do que realmente é, conta a vida de Ray. O cara está nos seus quarenta anos, passa por uma crise e tudo na sua vida dá errado. Ganha mal como professor de escola pública, sua mulher o trocou por um cara mané e, para terminar, sua casa pegou fogo e ele precisa viver numa barraca de camping.
Desesperado, ele vai para um desses cursinhos canalhas de empreendedorismo. O professor incentiva a todos para fazerem um negócio que tenha a ver com suas habilidades, seu instrumento ou capacidade mais valiosa. Ray não tem dúvidas. Ele é "hung", bem dotado em inglês, e decide virar prostituto. Uma poeta fracassada, que é um ex-caso de ray, que tambéem faz o cursinho e decide ajudá-lo no negócio.
Thomas Jane, conhecido pelo seu papel em The Punisher, está perfeito no papel. Anne Heche, sua ex-mulher, também promete muito, mas o destaque é pra poetinha falida e neuróticaTanya, interpretada por Jane Adams.
O clima da série não é de série. Parece mais um filme independente americano que mostra as ambições e desgraças de alguém do interior, como "Little Miss Sunshine". E para quem ficou preocupado ou interessado em saber, Thomas Jane não mostra seu equipamento de trabalho na série. Tudo é feito com muito bom gosto, nada de filme pornô.
Taí o trailer, que começa com a sensacional cena do cursinho, onde o professor pergunta qual é o talento de Ray.
domingo, maio 17, 2009
O final de Prison Break
Depois de 4 temporadas e cerca de 80 episódios chegou ao fim Prison Break. Talvez não tenha sido a melhor série que vi, mas certamente foi aquela que mais me fez perder sono e entrar madrugada a dentro assistindo episódio atrás de episódio. Comprei Dvd's da primeira e segunda temporada e assistir 44 episódios em 2 ou 3 semanas. Um record!
Fato que a terceira e a quarta temporada foram claramente inferiores, mas também para algo ser melhor que a primeira é quase impossível. O capítulo duplo onde há uma rebelião em FOX River é uma verdadeira pérola de ação e suspense.
Depois de ressuscitas gente e fazerem bons tornarem maus e vice-versa, qualquer coisa era esperada. O final da série foi até bem previsível, visto todo seu histórico de voltas e viradas na trama. Cada personagem ganha um final apropriado, sem deixar ponto sem nó.
Fica só aquela sensação de "e agora, José?". Qual será minha nova série de ação favorita? E quando é que farão algo tão bom assim que me fará perder o sono?
Só espero ver a Dr. Sara em algum filme ou em outra série logo logo!
quinta-feira, maio 07, 2009
9MM Docs
Estive envolvido nas últimas semanas na produção do 9MM Docs, um especial da Fox sobre a série 9MM: São Paulo.
Depois de muita encheção de saco por minha parte, finalmente ganhamos luz verde para poder fazer os roteiros, editar as entrevistas, bastidores, cenas da série e por último a gravação com um dos atores, o Nicolas Trevijano, que interpreta o personagem 3P em 9MM.
Foi um trabalho bem cansativo, mas ao mesmo tempo prazeroso. Mesmo estando na Fox faz dois anos, foi a primeira oportunidade de produzir contéudo, e não promos ou interstitials, e por isso a expectativa era grande.
Talvez por pura ignorância da minha parte, também fiquei surpreso com o número de gente envolvida na produção de um "simples" programa de meia hora.
Enfim, o resultado dessa minha empreitada como roteirista de TV você poderá ver na FOX esse domingo, dia 10, às 22hs ou na quinta 14, às 23hs logo depois da estréia do novo episódio da série 9MM.
quinta-feira, abril 30, 2009
In treatment 2
Já falei anteriormente de In Treatment mas volto ao tema por causa de sua segunda temporada.
A série, que mostra a cada dia uma consulta com o psicoterapeuta Paul Weston e suas próprias consultas com outra terapeuta, chegou com novos episódios simplesmente sensacionais.
Não vou me empolgar e dizer que é a melhor série da TV atualmente, já que são tantos gêneros diferentes que fica difícil ser justo. Dexter, Prison Break, Californication, Entourage, Flight of the Conchors estão ali todas junto com In Treatment na elite do mundo de séries.
Porém nenhuma delas chega tão fundo nos personagens como essa. São consultas, confissões, dramas e mais dramas contados e expostos brutalmente de uma maneira única, que eu nunca tinha visto.
Na segunda temporada o Dr. Paul está lidando com um processo judicial do pai de um ex-paciente que se matou e toda a pressão que isso acarreta. Fora que ele atende uma menina que descobre que tem câncer, um casal recém-divorciado que tem um filho pequeno, um magnata que tem problemas para dormir e uma advogada bem sucedida, mas encalhada, interpretada pela ótima Hope Davis.
É vício na certa. A cada semana mato 5 episódios num dia só.
quarta-feira, março 04, 2009
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Apparitions
Tranque bem sua porta e feche bem sua janela para evitar maiores sustos ao ver a Apparitions.
Transmitida no final do ano passado na BBC inglesa, a série de 6 capítulos conta a história de Jacob, um padre que está prestes a receber o cargo de exorcista-chefe pelo Vaticano.
Não sou muito fã de terror, mas Apparitions se tornou uma bela exceção. A história vai muito além de meros exorcismos, banhos de sangue e cheiro de enxofre. O suspense permeia todos os episódios e por isso mesmo os momentos de ação são tão chocantes. As cenas são fortes e o que antecede elas cria um clima assustador. O padre, antes de fazer seu serviço, precisa entender o plano do belzebu, pesquisar a história e comparar casos passados, para saber como melhor proceder. Quando ele descobre isso, aí asim que a coisa fica bizarra.
A produção e a fotografia são de altíssima qualidade e as interpretações, principalmente a do Martin Shaw, que dá vida ao exorcista, são primorosas. O roteiro, pelo menos para quem não curte muito esse gênero, tenta escapar dos clichês quando possível.
São inúmeros detalhes que vão desde a Madre Teresa, uma senhora de 70 anos que engravida, a burocracia eclesiástica, até histórias medievais mais escabrosas. São demônios de crianças abortadas, criminosos, vômitos de sangue, aparições, sombras no meio da noite e também alguns santos que incorporam nas pessoas menos prováveis.
Pelas dúvidas, eu assisti com a luz da sala acesa.
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Mad Men

Finalmente assisti alguns capítulos de Mad Men, a ultra-premiada série americana que retrata a vida de uma agência de publicidade dos anos 60.
Don Draper é o diretor de criação de uma agência em Nova York que é o gênio por trás de grandes campanhas da época. Junto dele toda uma equipe de redatores idiotas (me imaginei ali), um bando de secretárias no cio e clientes nada profissionais convivem numa época em que tantos comportamentos estavam mudando. Eram os sixties, baby!
Preconceito, machismo, racismo, falsidade e um mundo de aparências que parecia tão escancarado naqueles tempos. Ou talvez somos nós de agora que ficamos mais espertos e aprendemos a deixar as coisas mais escondidas.
O roteiro é de primeira, a direção de arte idem, assim como as atuações. Não é a toa que ultimamente essa série tem papado todos os prêmios que disputa. Não sei se é tão justo. Com quanta coisa por aí, eles não são tão acima da média dos outros, por exemplo. Não são de resolver pequenos casos por episódio, como CSI, ou de deixar o telespectador sem fôlego no final, como LOST. Estão exatamente no meio do caminho, isso se existir um.
Talvez quem trabalhe com comunicação e saiba como é o dia-a-dia nos tempos atuais goste mais. Todo o processo de se chegar a uma idéia anteriormente, por mais toscas que sejam, é muito interessante. O processo de arte, da gráfica e o visual é tão jurássico que me fez lembrar que faz menos de 15 anos quase ninguém usava computador direito.
Mesmo passando nos EUA em um canal obscuro como o AMC, o que resulta numa audiência baixíssima se comparada a grandes hits como House ou The Mentalist, Mad Men já se tornou pop. Afinal não é qualquer um que é parodiado nos Simpsons. Aqui eles parodiaram a abertura da série, trocando o personagen Don en queda para o Homer.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
United States of Tara
Juntar um ótimo produtor, uma roteirista oscarizada e uma atriz que dá show de interpretação em uma série é quase garantia de sucesso, certo?
Humm.... Depende...
Infelizmente não é isso que aconteceu com United States of Tara, série produzida pelo Spielberg, com roteiros de Diablo Cody (Juno) e com Toni Collete como protagonista.
A história de Tara, uma dona de casa com múltiplas personalidades, parecia bem interessante no papel, mas o que vemos na tela é um apanhado de situações que não mostra muito a que veio. É pra rir, chorar, suspense, terror? Assisti dois episódios e não entendi qual era a motivação de tudo isso. As tramas não seguem e não deixam aquele gostinho de quero mais no fim.
Dependendo do humor, ela pode incorporar uma juvenil de 15 anos com roupas chocantes, uma dona de casa submissa com ares dos anos 50 ou até mesmo uma mulher macho com cara de caminhoneira que fará de tudo para defender sua filha, até encher de porrada seu namoradinho da escola.
A série, que é vendida como comédia, não tem graça nenhuma, ao menos se você curte rir da desgraça alheia. Os diálogos me pareceram pretensamente legais, num universo onde todo mundo tem uma saída rápida e descolada para qualquer situação no meio de tanta desgraça.
- Mamãe chegou?
- Sim.
- Mas qual delas?
United States of Tara é sim na verdade um baita drama. Algo como "Eu, eu mesmo e Irene" batido no liquidificador com "Desperate Housewives". Tara muda de personalidade sempre que encara uma situação difícil ou decepcionante e não sabe o que fazer. Ela não consegue balancear todos as emoções de cada cara e explode cada vez para um lado diferente. O pai, extremamente compreensivo, e o filho, que é um viadinho em potencial, parecem resignados e desistiram de se importar com as variações de vida de Tara. Sua filha, que está aos poucos descubrindo sua sexualidade, é de longe a mais descontente e humilhada com a atual situação da mãe.
Claro, que estamos apenas no início da trama. Mas se uma série não mostra de cara ao que ela veio, fica difícil tomar rumo depois. Quem sabe eles deveriam falar com a Glória Perez para ver como melhorar esse drama.
quinta-feira, janeiro 15, 2009
Life on Mars
Taí uma série com um argumento estranho mas que conseguiu ser ótima.
O cara é um policial em Nova Iorque, sofre um acidente e acaba acordando depois disso em 1973. Lá ele continua com o mesmo trabalho, mas tendo que lidar com os métodos e os colegas daquela época, onde ser policial era coisa pra macho mesmo!
Uma mistura de policial, com ficção científica e com um humor praticamente impossível de ser evitado. Imagina pedir um exame de DNA ou falar de internet em 1973?
Os cenários e o figurino são impecáveis e a trilha sonora é impressionante. Todos os clássicos dos 70 estão lá, pra começar a música do Bowie que dá nome a série.
A versão original foi filmada pela BBC inglesa, mas comecei a acompanhar a versão americana que tem no elenco nada mais, nada menos que Harvey Keitel. O cara é roots!
sábado, dezembro 13, 2008
True Blood
True Blood. Taí uma série que para entender é preciso ver desde o primeiro capítulo. A história de vampiros e humanos que vivem lado a lado tem tantos pormenores que quem pegar o bonde andando não entende nada.
Os vampiros vivem em nossa sociedade e estão exigindo leis que os tratem como qualquer mortal. Eles são discriminados por boa parte das pessoas e recebem apoio das mais liberais. Até aí nada de mais, é bem o que acontece com os X-men, não?
São exatamente os pequenos detalhes da vida vampiresca em conjunto com os humanos numa cidade interior, cheia de rednecks, que chamam a atenção na série. Vamos a eles:
1. Os vampiros são muito bons de cama. Alguns humanos, chamados de vampbangers, tem taras com eles.
2. Quando um humano bebe sangue de vampiro, ele tem seus sentidos aguçados. Ouve melhor, cheira melhor e transa melhor. O "V-juice" é um viagra e suas propriedades, digamos terapêuticas, valem ouro.
3. Logo os humanos fazem armadilhas, com todos aqueles elementos mata-vampiro, para poder drenar o sangue e vendê-lo a muito dinheiro no mercado negro.
4. Sookie, a humana que se apaixona pelo vampiro mallandrão Bill, tem o estranho poder de ler a mente, menos dos dentuços.
5. Para que os vampiros possam viver em harmonia com os humanos existe no mercado um sangue sintético. Assim eles não tem que ficar chupando pescoços alheios. Muitos reclamam da qualidade e do gosto artificial, preferindo ainda o sangue de gente.
Parece um samba de criolo-doido criado pelo Alla Ball, mesmo criador de Six Feet Under e ganhador do Oscar de roteiro original por Beleza Americana, mas é interessantíssimo e muito bem produzido.
Sookie, a humana, é Anna Paquin, uma das atrizes dos X-men e o Bill é o Stephen Moyer, protagonista da ótima série NY-LON.
A série já terminou sua primeira temporada nos EUA e tem garantida a segunda. Estou ainda no terceiro capítulo, mas como curti tanto, logo logo chego ao 12!
Olhem aí o trailer com o que a imprensa americana anda dizendo:
quinta-feira, novembro 20, 2008
O Remake de Cupid.
Já declarei aqui, faz mais de um ano, o meu amor por aquela série de menininha Cupid.
Era um cara, interpretado pelo ótimo Jeremy Piven (atualmente em Entourage), que achava que era o Cupido e tinha uma missão de juntar 100 casais na Terra. Obviamente ele era considerado louco e se tratava com a terapeuta Dr. Claire, interpretada pela Paula Marshal (atualmente em Californication).
Nos episódios, o Cupid ia arranjando os casais de vários tipos e frequentando a terapia com a psicóloga, que era um doce. Havia todo um clima entre os dois e a idéia original é que eles acabariam juntos, depois do Cupid ter cumprido sua missão na terra.
A série, que passava aqui na Sony, foi meio que um fracasso. Seu cancelamento veio depois de uma temporada, que eu tenho toda baixada em meu computador. Uma tristeza só.
Há alguns tempos já se falava por aí que estavam planejando um remake dessa série, que possuia fiéis fãs.
Finalmente saiu o trailer do remake da série, que será transmitida em 2009 pela ABC americana. O protagonista é o Bobby Cannavale, que rodou por trocentas séries americanas, e a Sarah Paulson será a doutora Claire, que fez a ótima e também cancelada em sua primeira temporada Studio 60 on the Sunset Strip.
Só quero ver qual será a trilha sonora da abertura. No original era Human, do Pretenders. Vamos manter a qualidade, negada!
Vejam aí!
quinta-feira, novembro 13, 2008
Rap do Stewie
Mesmo com o meu violão desafinado e jogado num canto do quarto, sempre que posso, tento fazer umas canções.
Essa música fizemos aqui no trabalho para o especial do Stewie Griffin, o bebê da série Uma família da pesada.
A versão em português sou eu mesmo quem canta, já a versão em espanhol é do Ernesto Siffredi, colega aqui de trabalho.
Em português.
Em espanhol.
sexta-feira, outubro 31, 2008
Street Fighter: The later years
Que fim levou Zangief? Por onde andará Blanka? E o espanhol Vega?
Uma mente insana resolveu buscar essas respostas. A genialidade se chama "Street Fighter: The Later years", uma série do site College Humor que pode ser vista no youtube.
Tudo começa com dois caras jogando fliperama descobrindo que Zangief é o faxineiro deprimido do lugar. Ele é demitido e acaba pegando o táxi que Dhalsim dirige. Daí acabam indo atrás do Bison para que sejam treinados pelo mestre para um próximo torneio. Porém Bison só fará isso se eles procurarem os outros Street Fighters para o torneio.
Ryu é um vendedor de Haddukens pela TV, Vega é um ator fracassado que briga com a mulher que lavou sua garra na lava-louça, Guile está gordo e neurótico, Chun Li é uma chinesa nervosa, Blanka trabalha numa empresa de eletricidade. Já Ken está meio viado e o Balrog até hoje nunca aprendeu a chutar.
Mesmo sendo uma produção para a internet, a série tem vários efeitos especiais honestos que aparecem principalmente na hora em que cada personagem dá seu golpe.
O site Poltrona diz que a "Street Fighter: The later years" foi tão bem sucedida online que vai originar uma série de TV: Street Fighter Reunion.
Numa entrevista ao Blog Street Fighter Devotion, Mike Fass, que é criador, produtor e o ator que interpreta o Zangief explica melhor a notícia.
Aqui o primeiro, dos 8 capítulos da série que foi feita em 2006, onde Zangief encontra Dhalsim.
sexta-feira, setembro 19, 2008
Estrela de um viral.
Em outubro estréia a segunda temporada de Dexter no FX. Para ajudar na divulgação, atuei num vídeo viral da série, que fica linkado numa página com informações sobre as próximas vítimas.
O vídeo faz parte de uma página de jornal fictícia com informações sobre a próxima vítima do assassino. Rola pode mandar pros amigos, personalizando as informações da notícia com dados do amigo é e o que o nome dele esteja escrito na mão do fim do vídeo.
Aqui o link para página que fiz colocando os leitores do blog como vítimas. Reparem no vídeo como simples frases como "Mas como a galera curte a carne" tomam outra perspectiva com a minha atuação que Põe qualquer Denzel Washington no chinelo.
http://gazetamiami.com.br/?ID=m1Mw1HevqFWgZFr
quarta-feira, setembro 03, 2008
Prison Break imita o sistema carcerário argentino.
No primeiro episódio da quarta temporada de Prison Break, os personagens têm que colocar tornozeleiras eletrônicas com rastreamento GPS para serem rastreados pelo FBI.
Esse sistema é o mesmo que vem recebendo muitas críticas na Argentina atualmente. Foi pensado como um benefício para condenados por prisão domiciliar, porém falha frequentemente e muitos dos condenados que usam a tornozeleira estiveram envolvidos em assassinatos que comoveram o país nos últimos dias.
Se os criminosas argentinos conseguem burlar o sistema, Michael Scofield tem obrigação de fazer o mesmo!
Piadas à parte, o sistema das tornozeleiras de Prison Break é por GPS, já o do governo argentino precisa estar ligado a linha telefônica.
Leia mais sobre a polêmica das tornozeleiras.
terça-feira, setembro 02, 2008
Locutor mais famoso do mundo morre.
Quem curte cinema e séries certamente já ouviu alguns dos mais de 5 mil trailers narrados por Don LaFontaine. O cara era o "King of Voice Overs", uma verdadeira lenda de Hollywood e um divisor de águas no mundo la locução.
Sua frase "In a world", típica de começo de trailer, virou marca pessoal de LaFontaine e seu tom de voz passou a ser imitado por muitos outros locutores.
O site da CBS relata que o locutor de 68 anos morreu no último domingo em Los Angeles por complicações respiratórias.
Além de narrar trailers, LaFontaine emprestava a voz para os programas americanos "Entertainment Tonight" e "The Insider," além dos canais CBS, NBC, ABC, Fox, UPN, TNT, TBS e Cartoon Network.
E agora como ficaremos sem o "In a world" nos trailers?
Aqui um comercial clássico com LaFontaine aparece narrando a vida de uma pessoa.
E aqui uma entrevista que conta um pouco sua história e do característico "In a world".
Existe um site que reúne todos os locutores mais famosos americanos. É engraçado como cada um deles segue a escola de voz "rouca" do LaFontaine.
http://www.primetimevoices.com/
quinta-feira, agosto 07, 2008
O Dexter tupiniquim.
Viciei de uma maneira insana na série Dexter. Em poucos dias vi toda a primeira temporada e logo logo termino a segunda.



