Porque às vezes tudo que você precisa é ver um filme babaca e nada pretensioso sobre três homens e uma despedida de solteiro em Las Vegas.
A cena onde eles acordam e vão descubrindo o tanto de coisa que tem no quarto deles é ótima, sem falar a participação do Mike Tyson.
Deu saudade de fazer merda em conjunto com meus amigos canalhas curitibanos e ter histórias bêbadas para contar. Será que esse tempo já era?
E quem afinal traduziu esse filme em espanhol para "¿Que pasó ayer?". Não sei se é pior que o título em português "Se beber não case".
quinta-feira, agosto 27, 2009
The Hangover
sexta-feira, agosto 07, 2009
Sing at my wedding
Hoje mesmo estava conversando com amigos sobre como ando tranquilo com a solteirice.
Me acostumei aos fins de semanas entediantes na companhia de um livro, daquele momento que você quer comentar alguma coisa imperdível mas não há ninguém do seu lado, do frio congelante dessa cidade, das madrugadas num táxi vazio e daqueles vendedores de bilhete de cinema que sempre perguntam "é só uma entrada?".
O que mais me preocupa é fato de não me preocupar tanto. Pode ser algo triste, mas o ser humano se acostuma a tudo. Fato! Talvez seja uma questão de valores, do que acho importante, do que realmente quero ou pura frescura. Freud talvez explique, mas para entender é preciso pagar e não tô muito afim de desembolsar para isso.
Mas resolvi mudar e comecei a planejar pra frente. Abri meu corazón e mandei um e-mail pra esse cara da foto, o Jens Lekman, convidando-o pra cantar no meu casamento. O cara é um dos meus músicos preferidos e tem letras que dizem tudo que eu penso em dizer. Comentei com ele que não tinha definido nada, nem igreja, nem ao menos a noiva, mas que seria legal começar com a escolha do cantor. E ninguém melhor que ele para esse trabalho!
Incrivelmente ele aceitou e só pediu que eu avisasse quando eu arranjasse tudo. O resto é mero detalhe, convenhamos.
Todos vocês estão convidados para essa festa que não sei onde nem quando será. A trilha sonora você pode ouvir aqui.
Aqui uma versão ao vivo de "Higher Power".
quarta-feira, maio 13, 2009
Das coisas que vou deixando de lado
A procrastinação não é para qualquer um, meus caros.
Às vezes fico pensando em tudo que eu me animo a fazer e depois esqueço que chega a ser uma vergonha. O pior é que isso tudo vem desde criança quando eu fazia aulas de judô ou futsal e logo "enjoava". Pelo menos naquele tempo tinha mãe e pai por perto pra insistir e brigar para que eu continuasse.
Tenho um plano de fazer um livro de contos. Comecei todo animado escrevendo três, que até fiquei bem satisfeito com o resultado. Cadê os outros? Vai saber. Ninguém sabe, ninguém viu.
Pensei em fazer um curso de roteiro, liguei para escola, visitei, mas deixei para me matricular no último dia possível. Eram duas turmas por semana, ia sobra vaga, né? Não, não sobrou nada.
Viajar para o Chile, Uruguai ou interior da Argentina é outra coisa. Já vi passagens, hostels, citytours, mas na hora de pagar mesmo acabo ou cancelando ou não achando passagem. A mesma história.
Sem falar na música, que estou para terminar duas canções faz uns dois meses. Assim vamos indo postergando tudo e todos por pura preguiça e cansaço laboral.
Essa semana mesmo comecei a me empolgar por uma câmera digital, que eu ainda não tenho. Sim, sou uma das últimas espécies da terra a não ter uma câmera e um cartão de crédito. O dia de os dois ainda chega, mas pelo jeito e pelos preços a câmera vai ficar mais pra frente. Tudo culpa do peso, desvalorizadíssimo atualmente. Com um dólar, por exemplo, vc compra 3,70. Imagina só.
Vou ali dar uma cochilada e aproveitar essa preguiça de terminar o post.
quarta-feira, novembro 12, 2008
Ela, a baranga.

Taí uma figura pouco explorada na literatura e cinema mundial: a baranga.
A baranga é uma mulher exemplar. Age da maneira que todas as mulheres deveriam agir. Não fica esperando a atitude dos homens. Ela vai à luta!
Já que os Maomés não vão até as montanhas, essas montanhas decrépitas vão até os Maomés e os paparicam sem cansar, dando belas massagens nos seus egos.
O maior aliado de uma baranga é a seca e o desespero masculino, que em tempo de crise e crack da bolsa, estão cada vez mais presentes. Também contam com aquele sentimento besta de hombridade que muitos cidadãos nutrem. A idéia de que homem não deve nunca negar fogo, por mais feia e desleal que seja a batalha. O famoso patriotismo dos machos.
A baranga não tem medo de mostrar o seu desejo e de se ridicularizar, contando que consiga o que quer. Muitas vezes ela é desleal com as outras, mas afinal só as mais fortes sobrevivem na selva baranguda. Se não faz nada, fica para titia. Sobrevivência é o seu único objetivo. É a prova viva da teoria da evolução de Darwin.
Ela faz o trabalho sujo que nenhuma outra quer fazer, uma espécie de colheita maldita. Está no final da escala evolutiva, como uma larva, aproveitando todos os restos daquilo que as carnívoras desperdiçaram e os transformando em algo menos putrefato e fétido.
Baranga, você faz um bem danado para o mundo, mas para mim você não vai fazer porra nenhuma!
sábado, agosto 09, 2008
The girl of my dreams
Adoro essa história do cara que conheceu a garota dos seus sonhos no metrô e para encontrá-la fez um site explicando tudo com desenhos bem simpáticos (www.nygirlofmydreams.com).
domingo, julho 20, 2008
Cassette from my ex.

Muito já se falou sobre o ato de gravar fitas. Em "Alta Fidelidade", o personagem principal diz que gravar fitas é uma arte, já que você está mandando uma mensagem com palavras de outras pessoas. É um pouco triste que a tecnologia tenha acabado com as fitas k-7 e com esse ato personalizado e trabalhoso de gravá-las.

segunda-feira, junho 09, 2008
Amor meia-boca.
Estava lendo esse texto aqui e bateu que é uma beleza. Às vezes tudo que a gente precisa mesmo é de um amor meia-boca.
quinta-feira, março 13, 2008
The dating world is not a fun world.
The dating world is not a fun world...it's a pressure world, it's a world of tension, it's a world of pain...
Jerry Seinfeld, no episódio piloto de sua série, tem um monólogo genial sobre o mundo dos encontros. Para ele, um "date" é uma entrevista de emprego.
A sensação de ser avaliado o tempo todo, seja qual for a atitude ou opinião, é muito incômoda. Como numa entrevista, você tenta mostrar o seu melhor, omitindo alguns fatos, ressaltando outros e muitas vezes exagerando em certos pontos.
Você só mostra o seu lado mais agradável e seria ótimo se esse lado sempre estivesse presente no resto dos momentos do seu dia. Sim, você seria uma pessoa muito melhor assim. Num encontro, aparece uma espécie de "eu ideal" que logo logo desaparece com o fim da entrevista.
The dating world is a world of pressure. Let's face it: a date is aO que mais me incomoda no mundo dos encontros é toda a pressão para deixar as coisas sutis, quando está bem claro que há um interesse no "salário"em questão.
job-interview, that lasts all night. The only difference between a date and a
job-interview is: not many job-interviews is there a chance you'll end up naked
at the end of it
Concordo e me identifico totalmente com o Seinfeld. Sou horrível para captar os sinais!
I swear, I have absolutely no idea what women are thinking. I don't get it,
OK? I, I, I admit, I, I'm not getting the signals. I am not getting it!
domingo, março 09, 2008
O colecionador de fracassos.
Meu hobby mais bem-sucedido atualmente é o de colecionar fracassos. Ultimamente tenho me esforçado bastante e praticamente virei um terceiro dan nesse quesito.
Os fracassos estão todos muito bem organizados na minha estante da vergonha, ali na ante-sala da auto-estima. Alguns, de tão vexatórios, foram postos bem lá no fundo. Uma espécie de edícula do ridículo. Todos foram classificados com as estiquetas da falta de noção ou timing, carência e idiotice, ansiedade e por aí vai.
Cada nova tentativa é uma espécie de lustre. Algumas peças, que já estão há anos na estante, quase ofuscam a vista de tão bem cuidadas.
Como curador, sempre trato de conseguir novos itens. O mais recente ganhou a etiqueta da ansiedade. Talvez ele nem entraria para a coleção se não fosse a impaciência. Mas vai saber, sempre tem lugar para mais um nessa ante-sala. Quem sabe chegue um dia que seja armada uma exposição com todos eles no Museu Internacional da Derrota. Prometo me esforçar!
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Californication.
Gosto das coisas quando me identifico com elas. Quando de alguma maneira aquilo que é dito resume uma verdade óbvia, mas vista de sob outra perspectiva.
Talvez seja por causa disso que passei quase que meu fim de semana inteiro assistindo a primeira temporada de Californication.
Não, eu não tenho nada a ver com Hank Moody, personagem interpretado por David Duchovny. Se bem que iria adorar ter o carisma que ele tem com as mulheres.
O que me faz identificar com ele é o senso prático. O cara é "pá-pum", cru, sem meio termos. Se não é assim, é assado... e pronto. Sem rodeios.
Entre algumas frases ótimas da série:
As pessoas dizem que encontraram um amor, mas nem sempre é verdade. É que todos querem acreditar que o final feliz é possível. Cada um é uma pequena estrela de sua própia comédia romântica.Para ler mais:
Você não me ama, Hank. Você ama a idéia do amor.
Minha nova coluna no Bonde sobre a série.
quinta-feira, novembro 22, 2007
Breaking the magic
Um dos problemas de ser um capricorniano sentimentalóide como eu é a tal da idealização. Pior ainda é ter plena consciência disso. Ou seja, ser consciente de que eu mesmo não tenho lógica. Estranho isso, saber que suas atitudes e espectativas não são 100% racionais.
E o problema principal daqueles que idealizam demais é a "quebra da magia". Sim, você vê um pedaço de uma fotografia e logo imagina como dever ser lindo o resto do quadro, a moldura, a paisagem. Mas depois em certo momento te mostram a fotografia inteira e você vê que ela era só bonita mesmo na sua imaginação. Ou seja, acaba a magia.
Isso acontece comigo frequentemente, mas pareço não querer mudar. Recentemente mesmo estava bem interessado em uma menina, mas ao me aproximar e conhecer melhor BUM! A"magia" meio que foi quebrada. Não, não é nada demais. Não é que ela tinha um passado de prostituição em algum país do sudeste asiático e nem é uma assassina serial. Apenas "Se rompió la magia".
Enfim, amigos... Sou louco, é oficial. Preciso de internação.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Elas, as bem resolvidas.
Ok, eu vou confessar. Odeio mulheres bem-resolvidas. Duvido muito, mas muito mesmo de quem tem tanta certeza de tudo.
Odeio aquele tipo de mulher profissional bem sucedida, que se acha competentíssima (na maioria das vezes realmente é) e que sabe muito bem o que quer da vida. Ela é segura de tudo e nunca tem nenhuma dúvida, nunca titubeia. Esse tipo de mulher é um saco.
Não sei se é algo genérico, sociológico ou histórico, mas como já diz o Vinicius de Moraes:
Senão é como amar uma mulher só linda; e daí?Não digo que a mulher tem que ser infeliz, nada a ver. Mas de alguma maneira ela precisa "precisar" de você, que tenha alguma carência que você possa suprir. Ela tem que te fazer sentir útil.
Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza
Qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Querendo ou não, é inegável a natureza provedora do homem. Antes saíamos pra caçar e trazíamos a janta pra mulher cabeluda das cavernas, hoje dividimos a conta do restaurante. Justo e assino embaixo! Só que cuidado, auto-suficiência causa é isolamento. Determinação não deve ser confundida com o esquecimento da opinião alheia.
Não é nada a ver com machismo e muito menos com extremismo. Ótimo que a mulher hoje ocupe o mesmo lugar que o homem na sociedade (ou pelo menos esteja quase lá). Mas pera lá! Ocupar o mesmo lugar é uma coisa, tentar ser um homem é outra. E de homens egoístas e auto-suficientes o mundo já está cheio.
* Legenda da foto: "Ei menino, consegue abrir essa compota pra mim?"
domingo, outubro 07, 2007
Paixões 2.
Ok, menos de 1 mes e dois posts falando de paixão.
Antes de mais nada, explico que esse aqui não é exatamente sobre sentimentos entre pessoas.
Quando passo um fim de semana sem mais nada para fazer. Quando está um baita sol lá fora e tudo que eu quero é só dormir e ficar dentro da minha casa é que percebo que preciso de novas paixões.
Invejo um pouco essas pessoas que acordam cedo para fazer algo que gostam, que viajam quilômetros por um hobbie, gastam horas e horas do seu tempo em algo que, teoricamente, é ínutil mas que no fundo todos sabemos muito bem que não é.
Para que gastar milhares de dinheiros, por exemplo, para viajar até Fiji ou o raio que o parta só para surfar? Para mim é rídiculo, mas garanto que os que fazem isso devem se sentir ótimos e achariam rídiculo o fato de eu ter passado um sábado vendo 7 episódios de uma série já cancelada chamada Huff, que tem o Hank Azaria como protagonista (muito boa por sinal, recomendo).
Bom, o fato é que estou precisando de um hobbie e aceito sugestões. Já pensei em vinhos, queijo, quem sabe aeromodelismo, colecionar selos, latas de cervea do mundo todo, colecionar escaletas ou sei lá o quê, havaianas diferentes, curtir fotografia ou até mesmo culinária, moedas ou qualquer coisa bizarra que seja considerado um absurdo gastar dinheiro nisso.
Também pensei em virar fanático de verdade de uma banda. Quando o The Verve anunciou a sua volta passei dois dias pensando se era viável viajar para ver o show do retorno deles na Inglaterra. No fim era possível, mas achei uma "extravagância". Não me permiti. Era uma alegria muito cara.
quinta-feira, setembro 13, 2007
Paixões.
"Tengo abierto el minibar y cerrado el corazón".
Esse é o refrão do último sucesso do Andrés Calamaro. Uma letra digna dos sertanojos mais ridículos do nosso Brasil. Mas como aprendi na faculdade que o "meio" é a mensagem, pra mim essa música é um clássico.
Se fosse o Jota Quest cantando, certamente acharia ridículo, mas como é o Bob Dylan argentino que fala isso, acho até legal e me identifico. Não, não é que virei um alcoólatra e me identifico com a parte do minibar, nada disso. Se bem que cada vez mais estou mais viciado em coca-cola zero, mas enfim.
Minhas últimas paixões tem sido, além da coca zero, o prison break e o requeijão sabor champignons com vinho branco que vende na mercearia chinesa perto de casa e a salada 147 que peço pelo telefone todo dia na hora do almoço. Isso é deprimente.
Gente velha é gente complicada e não me excluo disso. É tão mais fácil se entregar quando se é mais novo. Os anos vão passando e as pessoas complicadas vão sobrando, as problemáticas, as que pedem tempo, as que não sabem o que fazer, as que sabem muito bem o que fazer e tem medo, as indecifráveis.
Claro que existe o gostinho de não ser fácil e de precisar de um chorinho, mas é necessário paciência e muita vontade (digo muita mesmo). Afinal é preciso provar que tudo aquilo que a raça masculina fez para a pessoa você não vai fazer. Traumas adquiridos por toda uma vida não serão resolvidos em uma ou duas conversas. Quem sabe se eu fosse psicólogo.
Haja saco. Haja paciência. Haja paixão.
quinta-feira, agosto 16, 2007
Tio
Pois é, vou ficar pra titio...
Comemorei a notícia tomando um Pinot Noir Luigi Bosca 2003. Afinal sou muito chique.
quarta-feira, julho 18, 2007
Aires Buenos entrevista: Belen Funes
Belen Funes : estudante de cinema, fotógrafa e, acima de tudo, uma argentina. Ela conta todos segredos da mulher argentina em exclusivo para o Aires Buenos. Confira essa entrevista mais que reveladora!
A beleza das argentinas é algo incontestável. Assim como as brasileiras, elas estão entre as mulheres mais bonitas do mundo. Mas existem diferenças. O que as argentinas têm que as outras não têm?
Não sei, mas argentinas são realmente bárbaras, che! Podia dizer que elas têm muito charme, mas não sei se é tão assim. Em geral se cuidam e se produzem muito, se arrumam até para ir ao supermercado. O que sim acredito é que aqui existem mulheres para todos os gostos. Além da famosa histeria, somos muito simpáticas. Ao menos eu, sou simpaticíssima! Hahaha.
Falando em histeria. Confesso que não conhecia esse termo, mas quando cheguei aqui pude vivê-lo de perto O que é o histeriqueo? Você é considerada uma histérica?
Sim, o histeriqueo existe, mas acho que isso é em qualquer parte do mundo no começo de uma relação antes que seja algo de verdade, mas aqui existe esse fenômeno esquisito.
Eu histérica não sou, muito pelo contrário. Quando quero uma coisa, vou até ela. O problema é que nem sempre pode ser assim. Geralmente os homens argentinos chegam correndo esbaforidos, isso assusta.
Existe muita histeria devido a uma espécie de círculo que há. Os homens também são histéricos. Parece que querem alguma coisa, mas na verdade querem outra. A atração acaba gerando muita confusão.
O que mais me preocupa na verdade é a falta de poder concretizar. O homen argentino cada vez concretiza menos. Cada vez mais existem relações “touch and go” e nem todas as mulheres querem isso. E quando querem são mais as putas. Nossa sociedade está cada vez mais plástica e descartável.
E sobre os homens? Depois de conhecer muitos brasileiros em Buenos Aires, você conseguiu perceber algumas diferenças?
Cada um que conheci é um caso diferente. Também a imagem que temos dos brasileiros é muito diferente da real. Eles não estão o dia inteiro de festa e sambando!!!
Seria melhor assim?
Não! Aí eu não iria com a cara deles. O que parece as vezes é que o argentino não assume responsabilidades, já o brasileiro sim. O argentino é especialista em se passar por idiota. Uma coisa que percebi entre ambos é que acabam pensando que a menina te dá bola só porque ela falou com eles. Mas acho que isso é um tema mais de genética do que de nacionalidades. O que seria bom é que os brasileiros que estão aqui não acabem pegando as “boludeces” dos argentinos.
E eu? Acha que ainda tenho esperanças com as argentinas? Qual conselho você me daria?
Eu acho que qualquer garota com dois dedos de testa tem que se dar conta que você é um bom partido, Tulín. Procure garotas da sua idade. Demonstre que você gostou da pessoa logo em seguida. E se a garota está interessada em você, se ela for mais velha, não vai ficar dando voltas, ela te dirá logo.
Muito obrigado pela entrevista reveladora, Belen. Temos mais só uma dúvida. Quando vamos poder ver você desfilando em alguma praia do Brasil?
Espero que logo! Hahahahah. Foi fatal essa última pergunta!
* foto: Belen Funes posando para as lentes do blog.
segunda-feira, junho 25, 2007
Desculpinhas
Mundo moderno pede desculpas modernas. Por isso, não... obrigado.
- ela usa brincos hippies de filtro dos sonhos.
- ela manda emails com o CAPS LOCK LIGADO.
- ela tem certezas demais da vida.
- ela usa allstar sem meia.
- o quarto dela é mais desarrumado que o meu.
- junto com as amigas ela se torna insuportável.
quarta-feira, junho 20, 2007
sobre mulheres argentinas - nº 008*
Moçoilas, por favor me expliquem isso. Algo que muitas vezes já sucedeu em meu período de solteiro e que, quando acontece, me dá uma raiva considerável.
Por que afinal mulheres insistem em querer ser amigas mesmo depois de, digamos, manifestadas as intenções por alguma parte?
Garota A conhece rapaz T. Acontece uma aproximação e "T" deixa bem claro a que veio e mostra que o problema é mais embaixo. "A" desconversa e rechaza "T" com classe e estilo.
"T" obviamente se afasta e não dá mais confiança para a garota. "A" porém sempre insiste em puxar assuntos e perguntar da vida de "T", que responde educadamente. O papo flui, vai e vem e "T" conclui que talvez ela tenha reconsidaderado e seja momento de convidar a senhorita em questão para algo outra vez. Novo rechazo. "T" é um idiota e sempre que "A" lhe aborda com um pouco mais de atenção, ele faz um convite... que é sempre negado. Os dois se encontram em outras ocasiões, mas sempre com a presença de outras pessoas. Nunca à 2.
"T" desiste, joga os bets e se afasta de vez. Adiós. Chega. Não a convida mais para nada, não manda mensagenzinhas de celular, nadica de nada. Porém "A" continua com sua simpatia dúbia que é um saco.
Fica a dúvida. Por que afinal "A" insiste em uma amizade que nunca foi o objetivo principal de "T"? Por que ela segue conversando, por email ou por telefone, sendo que nunca se encontram a 2?
Mulheres bonitas do meu Brasil (e Argentina), vamos deixar a coisa bem clara. Não, não é que somos porcos insensíveis que não estamos interessados em amizade. Nada disso.
O problema é que nenhum homem em sã consciência deseja ser amigo de uma garota que ele simplesmente venera, ou venerou um dia. Ser amigo dessa moça e conviver de certo modo com ela é a prova do seu mais nítido e rotundo FRACASSO.
Sejamos práticos, por favor!
* já perdi o número certo dos posts da série "sobre mulheres argentinas".
domingo, junho 03, 2007
sobre mulheres argentinas
"Mulheres argentinas falam muito"
Claudemir, em sua primeira semana na capital do choripan.
sábado, maio 19, 2007
Ai, mudei...
Acabou a saga da moradia. Pelo menos por enquanto.
Agora sou um habitante da Villa Crespo, apenas a 2 estações de metrô de distância do clássico e inolvidável Abasto.
Mal posso esperar um dia de calor pra eu dar um pulo na piscina do prédio... Pensando bem acho que vou pular no frio mesmo.
