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segunda-feira, dezembro 15, 2008

Top 5 Cineastas Argentinos

Os nomes eram tantos que acabou sendo um Top 6 com os meus diretores argentinos preferidos.

6 - Lucrecia Martel


Mesmo não sendo das minhas favoritas, é impossível não colocar Lucrecia no top 6 de diretores argentinos. Seus filmes não obedecem muito aquela padrão hollywoodiano de começo, meio e fim e talvez seja exatamente por isso que não me agradam tanto. Suas histórias beiram a surrealidade e o bizarro e ela costuma filmar suas histórias no interior do país.

Podemos dizer que é uma diretora cerebral já que é um cinema bastante difícil, mesmo que sempre elogiado pela crítica. Seus principais filmes são “La niña santa”, “La Ciénaga” e “La mujer sin cabeza”, lançado esse ano. Por incrível que pareça tenho dvd de 2 deles, mesmo não sendo grande fã.

5 - Pablo Trapero


Diretor de “El Bonaerense”, “Família Rodante”, “Nacido y criado” e o mais recente “Leonera”. O cara curte mostrar a desesperança e a o lado mais podre da família. Muito dos seus personagens não tem objetivo nenhum na vida e há a sensação de estar vendo uma sucessão de fatos que não levam a lugar nenhum. O meu favorito é “Família rodante”, que mostra tios, primos e toda a patota se juntando a avó para uma viagem freak rumo ao interior. No decorrer da viagem são descobertas traições, paixões entre primos e outras podridões. Mesmo assim é divertidíssimo.

Despontou em 1999 com o filme "Mundo Grúa", que ainda não vi.

4 - Juan Taratuto


O cara por trás de todas as comédias românticas record de bilheteria do cinema argentino. Ele realmente tem o dom de conseguir atrair multidões. “Un novio para mi mujer” levou mais de 1 milhão de pessoas esse ano no cinema e, pensando que a Argentina tem 40 milhões de habitantes, é um baita número. “Quien dice que es fácil” e “No sos vos, soy yo”, que mesmo com o Diego Perreti, um narigudo feio pra caramba que no final do filme sempre acabava com uma menina, são muito divertidas.

3 - Juan Jose Campanella


Provavelmente o mais conhecido diretor argentino no Brasil já que são deles “O filho da noiva” e “O clube da lua”. É considerado cinema comercial aqui na Argentina e muitos acusam seus filmes de ter uma certa fórmula pré-pronta. O cara é um dos mais internacionais do país, já dirigiu alguns capítulos das séries House e Law and Order SVU.

Tem uma coisa com o Ricardo Darín, que é quase onipresente em seus filmes. Um dos meus preferidos é um chamado “El mismo amor, la misma lluvia”. Uma história de amor que atravessa uns anos.

2 - Daniel Burman

Outro bem conhecido dos brasileiros. “O abraço partido” e “As leis da família” foram bem recebidos nos cinemas tupiniquins. Gosto muito como ele consegue fazer um belo drama de maneira original e sem forçar a barra. Seu último filme, “El nido vacío”, fala de um casal que começa a ter uma crise depois que seus filhos crescidos saem de casa. Gosto bastante de "O abraço partido" que mostra bastante como é a vida dos judeus do bairro do Once, aqui do lado do Abasto, onde moro.

1 - Carlos Sorín


De longe o meu preferido. O cara, que trabalho muito tempo com publicidade até se dedicar ao cinema, tem uma sensibilidade única em transformar histórias de gente comum em belíssimos filmes. “Historias mínimas” e “El camino de San Diego” mostram o lado mais bonito do ser humano, sem aquela desgraça que estamos cansados de ver nos jornais e até mesmo no cinema. Seus atores, muitas vezes, são pessoas do povo sem experiência alguma mas que dão um show na interpretação.

Há ainda o filme “El perro” que ainda não vi mas que todos falam muito bem. Além do mais, Sorín faz os filmes com orçamentos baratíssimos mas sem comprometer em nada o resultado final. Já “El camino de San Diego” é a saga de um humilde trabalhador de Corrientes e sua viagem rumo a Buenos Aires, tudo isso para entregar para Maradona um pedaço de árvore que todos dizem ter a cara do “Diez”.

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Top 5 cabelos de técnicos argentinos

O futebol argentino é conhecido mundialmente por 2 coisas: a raça de seus jogadores e suas mais varidas e ousadas propostas capilares.

Como analisar todos os jogadores dos 20 time da primeira divisão ficaria difícil, optei por um Top 5 de desastres capilares dos técnicos.

5. Carlos Ischia (Boca Juniors)
O cara não tem cabelo e até aí tudo bem. Mas a cara que ele faz de "Cordame de Notrecunda" é qualquer coisa de assustadora. Não deixaria minha sobrinha ver esse cara na tv pra evitar pesadelos e noites mal dormidas. Ele me lembra aquele cara que é derretido pelo ácido no final do Robocop. Uma das imagens mais traumáticas da minha infância.

4. Mostaza Merlo (Barcelona de Guayaquil)
O cara treina um time do Equador mas é argentino. Adivinhem porque chamam ele de Mostarda? Olha só a cor que ele pinta suas madeixas? Lembro que o nosso amável Emerson Leão pintou seu cabelo uma época, mas depois de um tempo desistiu e optou pelo grisalho natural. Boa, Leão. Já o Mostaza insiste no erro.

3. El "Turco" Mohammed (Colón)
Não é só o cabelo com luzes que chama atenção mas toda a composição do personagem. O cara simplesmente fuma charuto durante o jogo. Além do mais, sempre está com um terno estáile e, muitas vezes, com uma boina e um cachecol. O cara é fashion, meu povo!

2. Basile (Ex Seleção Argentina)

Não existe explicação, somente especulação. O que afinal ele coloca na cabeleira pra ela ficar retinha assim e ainda com aquele mullet no final milimetricamente ajeitado? Seria brilhantina? Algum produto da máfia. Só um exame de DNA para acabar com as dúvidas.

1. Gorosito (Novo técnico do River)
O cara é uma espécie de Biro-biro wannabe. Seus cabelos desregrados pululam em campo enquanto ele passa as orientações táticas. Um verdadeiro trendsetter da moda capilar futbolística do lado de cá do rio da Prata.

terça-feira, dezembro 02, 2008

Um oscar para Kirsten Dunst

Por mais que digam que ela é uma versão loira cabeluda do Billy Corgan, sou fã da Kirsten Dunst. Chega a ser uma adoração adolescente, mas devemos nos permitir coisas assim.

Estou pensando em começar uma campanha chamada Um Oscar para Kirsten Dunst Já!

Recentemente ela entrou num Rehab para largar o álcool. Como eu quero te dar um abraço, Kirsten!

Aqui meus 5 personagens preferidos dela.

05 - Lux Lisbon - Virgens Suicidas (1999)


Foi com esse filme que ela começou a chamar atenção do cinema. Deixou de ser a menininha de covinha de Jumanji para se tornar aquela bela atriz adolescente que deixa corações ofegantes por onde passa.

04 - Mary Jane - Spiderman (2002)


Talvez o papel por qual ela é mais conhecida mundialmente. Aquele cena do beijo no final do filme se tornou um clássico. Mary Jane é apaixonante.

03 - Maria Antonieta (2007)

Um dos seus últimos filmes. Já consagrada mundialmente, ela participa dessa espécie de filme de época em ritmo de video clip indie, dirigido por Sofia Coppola, mesma diretora de Virgens Suicidas. Ela é uma vaca como rainha, mas tudo bem. Ela pode. Kirsten criando tendência no mundo da moda e tudo isso com essência de alfazemas dos campos franceses.

02 - Claire Colburn - Elizabethtown (2005)

Difícil deixar esse personagem em segundo lugar. Analisando friamente, Elizabethtown não é um filme bom. A história é chinfrim e o protagonista não é carismático, mas tem Kirsten no papel de Claire Colburn e isso basta. Uma personagem que é uma utopia de mulher. Linda, simpática, prestativa, com uma leve carência e disposta a mudar a vida do cara. Suspiro toda vez que revejo esse filme .

E claro, ela tem sempre uma frase de efeito na ponta da língua. Minha preferida é:

Trust me. Everybody is less mysterious than they think they are.

01 - Mary - Brilho eterno de uma mente sem lembranças (2004)

Mary ganha da Claire de Elizabethtown por pouco. Talvez pela cara que ela faz depois que descobre que já havia tentado antes apagar o "Doutor" do seu cérebro e voltou a se apaixonar. É qualquer coisa de partir o corazón. Dá vontade de atravessar a tela para estar com ela no filme nesse momento. Tentei umas duas vezes, mas acabei com um galo na testa.

Além do mais é um filme sensacional e, mesmo não tendo um papel importante, ela consegue ser relevante na história. I Love you, Mary!

A banda inglesa Daniel Flay & The Irreparable Guilt fez uma música em homenagem a minha musa. Uma pérola pop com violões, violinos, violoncelos com uma quebradeira no final. Só não concordo quando ele diz na última linha da música "Kirsten Dunst, you must be worth a million bucks".

Kirsten is priceless!

Kirsten Dunst - Daniel Flay & The Irreparable Guilt

Slowly, we are bad news - passing out in bars, drinking, driving and soulless, crying tears of love. What's happened to us?"

Do you still play guitar?" Like you thought I would give up.

"There are millions of people in this world, but in the end it all comes down to one."

- Kirsten Dunst, you must be worth a million bucks.

sexta-feira, novembro 28, 2008

5 filmes que deveriam ter mais fama

5. Eurotrip
Ok, esse filme não é nada digno de Oscar, mas de todas essas comédias adolescentes é uma das melhorzinhas.

Basicamente um bando de amigos fazendo um mochilão pela Europa. Várias piadas boas e outras nem tanto.

Além do mais há a participação do Matt Damon como um cantor de uma banda de rock e do Vinnie Jones, aquele malzão de Snatch, como um torcedor fanático do Manchester United.

4. Histórias Mínimas
Esse eu até entendo que seja pouco conhecido, afinal é argentino. De qualquer maneira, Histórias Mínimas é um clássico.

Três histórias que se cruzam. Um vovô que sai em busca do cachorro que fugiu porque está magoado com ele, um tiozão que leva um bolo de aniversário para o filho de sua pretendente e uma humilde mãe de família que vai participar de um concurso de tv. Tudo isso acontecendo na longínqua Patagônia, onde a modernidade demora a chegar.

O diretor Carlos Sorín é de longe o meu cineasta argentino preferido.

3. Bad Santa (Papai Noel às avessas)


Está aberta a temporada de caça aos tradutores de nome de filme. É incrível como eles se esforçam para deixar o título com cara de Sessão da Tarde.

Billy Bob Thornton é um bêbado, que junto com seu amigo anão, percorrem diferentes cidades roubando os shoppings onde eles trabalham como Papai Noel e duende.

Com cenas que beiram a surrealidade e diálogos engraçadíssimos, o filme é dirigido pelo Terry Zwigoof, um dos cineastas mais indies que já ouvi falar. Além dessa pérola cinematográfica do Bad Santa, o cara dirigiu Crumb, Art School Confidential e Ghost World. Nesse último, em que atua uma Scarlett Johansson pueril, o cara teve uma indicação ao Oscar de melhor roteiro adaptado.

2. Stay (A passagem)


Ewan Mcgregor, Naomi Watts e Ryan Gosling num filme dirigido pelo competente Marc Foster.

Esse filme sobre experiências pós morte, ou pré morte, tinha tudo pra ser um sucesso do tipo "Brilho Eterno" mas não foi. É bem do tipo que você sai do cinema pensando o que foi tudo aquilo e se não chega a nenhuma conclusão acha o filme uma bosta.

Simplesmente adoro a edição e a transição de cenas.

1. Love Liza

Philip Seymou Hoffman interpreta um cara que não tem coragem de ler a carta de suicídio que a sua mulher deixou.

Triste, freak e engraçado em certas maneiras. Ele acaba arrumando um amigo disfuncional e se viciando em cheirar gasolina.

Roteiro escrito pelo irmão do Hoffman e dirigido pelo Todd Louiso, o cara que interpreta o Dick em Alta Fidelidade.

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