sábado, junho 27, 2009

Argentina vota

Nesse domingo, 28 de junho, a Argentina vota para escolher deputados federais e estaduais.

A campanha, que foi muito mais midiática do que a da presidente Cristina, foi bem polêmica desde o começo, já que a data da eleição foi antecipada pelo governo.

O voto aqui é um tanto quanto arcaico. Você escolhe um papelzinho do partido, coloca dentro de um envelope e depois o envelope na urna. Se no mesmo dia você tem que escolher presidente, senador ou outra coisa, é preciso por várias "boletas", como chamam os papeizinhos, dentro do mesmo envelope. Para saber mais leia aqui.

Não é saudável sempre ficar comparando, mostrando o que é melhor ou pior, já que cada país tem a sua história que o levou até os dias de hoje. Mas é impossível não deixar de pensar quanto o tão questionável horário eleitoral gratuito e as urnas eletrônicas são um avanço importantíssimo para a democracia brasileira.

6 comments:

berna disse...

Seu blgo hoje e materia da revista do Globo, eu ja conhecia,atraves do link no Idas e Vindas. parabens!!!

ELI disse...

Pois é Tulio, que esta eleição seja o impulso para a mudança na Argentina, estive na última semana, mais uma vez em Baires e é triste ver como o país e os argentinos estão sendo politicamente tratados...que a escolha seja mais favorável desta vez!

Juliana Bragança disse...

eu nao confio 100% nas urnas eletronicas, devem roubar mto!!

Leo Carioca disse...

Tulio:
Teve durante anos horário eleitoral gratuito. Épocas sem tv a cabo. Insuportável. Havia muta reclamações e acabou.
Aqui o horário eleitoral e muito "maneiro": como para votar tem que escolher candidato só, aparecem uns caras bizarros pra caramba na tele. A primeira vez que vi Eneás virei fã (não das idéias dele, como ter uma bomba atômica)

Túlio disse...

Obrigado, Berna.

Estou esperando a jornalista me enviar a página para poder postar aqui!

A-nah! disse...

Jmmm... en Venezuela también hemos tenido máquinas electrónicas para votar desde hace como 17 elecciones... ¿qué te puedo decir? Creo que la cosa, as usual, no depende de la máquina sino de la gente.

Guns don't kill people.

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